terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Lawrence, Greg; Jackie Editora

O livro traz depoimentos de pessoas que conviveram com Jackeline Kennedy Onassis durante o tempo em que trabalhou como editora. Esteve na Vikings (comprada pela Penguin) onde publicou 7 livros, e na Doubleday, 63¨, sendo que algumas obras em vários volumes. Era muito exigente. Fazia questão da qualidade da impressão, do tipo de papel e costumava orientar seus escritores. Ao mesmo tempo que chamava a atenção por sua classe e elegância, gostava de ser invisível. No ambiente de trabalho soube ser firme, mas disposta a conviver num clima descontraído. Quando adoeceu continuou trabalhando: usou peruca e controlou as publicações em curso. Apesar de seu estado ter sido anunciado, sua morte surpreendeu as pessoas. Viúva duas vezes ainda teve uma ligação com Maurice Tempelsman (designer e escritor) que se mudou para seu apartamento na Quinta Avenida de NY.
Quando Joe Kennedy  enfrentava problemas no casamento, Jackie opinou:
¨Estamos no século XX, e não no século XIX, quando as mulheres ficavam em casa num pedestal com as crianças e o seu rosário. (...) A sua vida é importante tanto quanto a dele, você o ama, mas não pode se destruir. (...) O fruto proibido é o que excita. E é preciso ser muito mais um homem de verdade para ter uma relação profunda com a mulher com quem vive. A rotina da vida de casado pode ser tediosa.¨   Gostava de deixar bilhetes bem humorados nas cadeiras dos colegas. Quando recebia em seu escritório alguém arrogante, às vezes era capaz de fazer uma imitação depois do encontro.
Era tolerante, mas não gostava quando as pessoas se comportavam mal. Quem a conhecia, notava que ela estava contrariada porque ela virava o rosto um décimo de polegada para a esquerda.
Ao longo dos anos tornou-se uma pessoa feliz vendo seus filhos amadurecerem e sua relação com Tempelsman florescer.

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